• Atendimento Espiritual
  • (21) 3539-9539
  • Atendimento Administrativo
  • (21) 3539-9550

SOM

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O Serviço de Orientação Mediúnica (SOM) é um setor do Lar de Frei Luiz subordinado à Diretoria Espiritual, cujas ações visam ordenar as atividades de formação e desenvolvimento de médiuns e o trabalho mediúnico assistencial nas Salas de Atendimento. Tem, portanto, como principais objetivos:

  • Dar oportunidade aos compromissados com a mediunidade de se prepararem para os trabalhos de caridade.
  • Organizar e estruturar a formação de médiuns para as diversas atividades na área da assistência espiritual do Lar de Frei Luiz.
  • Zelar pela aplicação dos critérios e diretrizes para a prática mediúnica, conforme orientação da Diretoria Espiritual do Lar de Frei Luiz.
  • Promover e garantir programas de estudo específicos para os tarefeiros das atividades mediúnicas.
  • Promover periodicamente avaliação quanto à formação, desenvolvimento e trabalho dos médiuns.
  • Esclarecer dúvidas, ouvir sugestões e auxiliar os médiuns em suas dificuldades.

O Curso de Educação Mediúnica promovido pelo SOM tem duração de três anos e é desenvolvido nos dois primeiros anos através de Módulos Teóricos sobre Passes –  Fundamentos e Técnicas, e sobre Temas da Mediunidade. Há ainda o Módulo Prático que compreende o estudo e a prática das principais manifestações mediúnicas ostensivas (Fluidoterapia, Psicofonia, Clarividência e Clariaudiência, Psicografia e Efeitos Físicos).

O terceiro ano compreende frequência ao Ciclo de Palestras e Estágios nas treze salas de atendimento da instituição e no Grupo Fraterno.

O horário das atividades nas quartas-feiras é de 14:30 às 19:30h e aos domingos, de 7:15 às 11:30h.

A inscrição para o curso é aberta todos os anos a partir da segunda quinzena de outubro, durante 30 dias. A admissão dos candidatos inscritos é feita mediante entrevistas, realizadas durante meses de novembro e dezembro, podendo, conforme o número de candidatos, estender-se até janeiro ou fevereiro do ano seguinte.

O Ciclo de Palestras do terceiro ano é também destinado a dirigentes, médiuns e colaboradores das Salas de Atendimento, com extensão aos frequentadores do Lar de Frei Luiz interessados no conhecimento da doutrina espírita. As palestras acontecem às 15:15h nas quartas-feiras e às 7:15h nos domingos de reunião pública, no salão principal.

O SOM possui ainda dois grupos especiais, com reuniões específicas: o Grupo de Assistência aos Médiuns e Colaboradores e o Grupo de Informação Básica Institucional.

Coordenação Geral

Aline Gonçalves Lopes Mendes

Coordenadores Adjuntos

Wallen Benevides Barreto (Coordenador Geral Substituto)

José Uili Gomes da Silva

Orientadores e Palestrantes

Aline Lopes Gonçalves Mendes
Amélia Meira da Silva
Carlos Augusto do Nascimento
Dalto Lopes Carreiro
Gloria Maria Pereira Cabral
Grace do Couto Garcia
João Batista Gomes
José Helenio Soares de Faria
José Luiz de Araújo
José Uili Gomes da Silva
Marconi Ponte Pereira
Maria Sandra Martins Freitas Lobato
Rachel de Luca Costa
Rita Cristina Barreto
Sandra Regina de Jesus Mesquita Faria
Sergio Luiz Moreira
Waldecir Pereira dos Reis
Wallen Benevides Barreto

Grupo Administrativo e Técnico

Assessoria da Coordenação

Sueli Duarte Feitosa

Secretaria

Marina dos Santos Barros
Carmen Lucia Oliveira Peixoto

Administração e Manutenção

Gildo Ribeiro do Nascimento
Murilo Marques Milesi
Gerson José da Silva

Captação de Recursos

Carmen Lucia Oliveira Peixoto
Marina dos Santos Barros
Murilo Marques Milesi
Sueli Duarte Feitosa

Grupo de Assistência aos Médiuns e Colaboradores (5ª feira)

Dirigente

Paulo Roberto Mattos da Silveira

Equipe

Gloria Maria Pereira Cabral- Coordenação
Alexandre Amorim – Doutrinação
Ana Beatriz Franco – Psicofonia
Ana Lúcia Correia Cunha – Sustentação
Ana Paula Gonçalves Dias – Doutrinação
Andréia Santos Carvalho – Psicofonia
Antonio Jorge Fernandes Limões – Psicofonia
Arnaldo Werneck – Sustentação
Dalto Lopes Carreiro – Clarividência
Daniella Tavares – Clarividência
Gildo Ribeiro do Nascimento – Sustentação
Jaiçara Jacob – Fluidoterapia
Lucia Maria Torres – Psicofonia
Luiz Oswaldo de Souza Albuquerque – Fluidoterapia
Maria Sandra Martins Freitas Lobato – Fluidoterapia
Marina dos Santos Barros – Sustentação
Monica viera – Psicofonia
Murilo Marques Milesi – Sustentação
Neumar Silveira de Freitas – Psicofonia
Rene Barbosa da Silva – Psicofonia
Rosália Fernandes O. Justino – Psicofonia
Sueli Antônia Marcelino – Clarividência
Valéria – Doutrinação
Yokanaã Nery – Fluidoterapia

Documentos Normativos

REGIMENTO INTERNO DAS SALAS DE ATENDIMENTO

 

  1. DAS FINALIDADES

 

1.1 – Uniformizar a metodologia de assistência nas Salas de Atendimento do Lar de Frei Luiz, independente de sua natureza fim assistencial.

 

1.2 – Servir aos Coordenadores das Salas, e aos demais participantes setoriais, como parâmetro orientador das determinações emanadas pela Presidência e pela Diretoria Espiritual da instituição.

 

  1. DAS SALAS DE ATENDIMENTO

 

2.1 – As Salas de Atendimento do Lar de Frei Luiz têm caráter de especificidade na assistência aos que buscam o amparo espiritual na instituição, definido por sua Diretoria Espiritual.

 

2.2 – Constituem atividades fins das Salas de Atendimento a aplicação de passes, a prática da desobsessão e o atendimento consolador espiritual especializado (fluidoterapia, orientações e esclarecimentos etc.).

 

2.3 – As Salas de Atendimento continuam a ser designadas por números e suas atividades ficam estabelecidas para fins de assistência em:

 

Sala 1 – enfermidades criticas

Sala 2 – enfermidades criticas

Sala 3 – desobsessão grave

Sala 4 – passes

Sala 5 – enfermidades gerais

Sala 6 – enfermidades gerais

Sala 7 – passes

Sala 8 – enfermidades em crianças e adolescentes

Sala 9 – necessidades especiais

Sala 10 – passes

Sala 11 – dependência química e outras compulsões

Sala 12 –  enfermidades gerais

Sala 13 – acolhimento a perdas afetivas, à gestação e a doenças graves

 

 

  • Em princípio, é vedada a prática regular nas Salas de Atendimento de atividades que não as especificadas, salvo prévia autorização da Diretoria Espiritual.

 

 

  1. DA COMPOSIÇÃO FUNCIONAL DAS SALAS DE ATENDIMENTO

 

3.1 – As Salas de Atendimento do Lar de Frei Luiz têm como membros componentes dos seus trabalhos assistenciais:

 

3.1.1 – Coordenador

3.1.2 – Coordenador-Adjunto

3.1.3 – Médiuns atuantes

3.1.4 – Colaboradores

 

3.2 – Cabe ao Coordenador:

 

3.2.1 – manter a ordem e a disciplina dos trabalhos pela sua liderança e coordenação, de forma fraterna porém enérgica, evitando práticas esdrúxulas ou contrárias à moral evangélica e as normas vigentes no Lar de Frei Luiz;

 

3.2.2 – designar um componente o grupo para substituí-lo em seus eventuais impedimentos;

 

3.2.3 – conhecer as aptidões e tendências dos médiuns do grupo que coordena, evitando possíveis constrangimentos;

 

3.2.4 – impedir a prática mediúnica assistencial não específica da Sala que coordena;

 

3.2.5 – manter o grupo conscientizado de seus deveres como médiuns-espíritas-cristãos a serviço do amor e da caridade, assistindo-os e orientado-os em suas dificuldades;

 

3.2.6 – analisar cuidadosamente o conteúdo das mensagens e informações recebidas, sob o crivo do bom senso, tendo em vista que ninguém está a salvo do assédio e das interferências de espíritos mistificadores;

 

3.2.7 – manter silêncio sobre o que for revelado nos atendimentos, dado que a ética evangélica recomenda discrição. O que ocorre na sala mediúnica não deve cair em domínio público;

 

3.2.8 – enviar mensalmente ao Serviço de Orientação Mediúnica (SOM) a freqüência dos médiuns e colaboradores da Sala de Atendimento que coordena;

 

3.2.9 – evitar incluir ou desligar um médium da Sala de Atendimento sem que o SOM tenha ciência e, no caso de inclusão, a obtenção da  concordância daquele serviço;

 

3.2.10 – não realizar qualquer alteração na estrutura física ou funcional da Sala que coordena sem prévia autorização, respectivamente, das Diretorias Administrativa ou Espiritual;

 

3.2.11 – comparecer, sempre que convocado, as reuniões programadas pela Presidência e pela Diretoria Espiritual da instituição. No caso de impedimento, enviar seu substituto legalmente constituído.

 

3.2.12 – entender que a Sala de Atendimento é um apêndice funcional e administrativo do Lar de Frei Luiz e que a Coordenação da Sala é um cargo de confiança da Presidência e da Diretoria Espiritual da instituição, podendo ser retomado sempre que julgado necessário pelos dois setores diretivos.

 

 

3.3 – Cabe ao Coordenador-Adjunto:

 

3.3.1 – substituir o Coordenador titular nos seus eventuais impedimentos, mantendo os mesmos deveres e responsabilidades;

 

3.3.2 – controlar a freqüência dos médiuns e colaboradores da Sala, enviando mensalmente relatório ao SOM;

 

3.3.3 – controlar a organização do atendimento da Sala, designando o  posicionamento das filas, a disposição funcional dos colaboradores, a análise dos casos encaminhados por outros setores da instituição etc.

 

3.3.4 – auxiliar o Coordenador titular nas suas tarefas específicas, dando-lhe ciência de todas as iniciativas tomadas em relação ao trabalho de assistência na Sala.

 

 

3.4 – Cabe ao Médium atuante:

 

3.4.1 – acatar a liderança do Coordenador e do seu adjunto, aceitando de boa-vontade a maneira de sua atuação na Sala de Atendimento (médium ativo ou médium de sustentação);

 

3.4.2 – estar na Sala de Atendimento no mínimo 15 (quinze) minutos antes do horário estabelecido para o trabalho;

 

3.4.3 – usar roupas adequadas, cômodas, discretas e,preferencialmente, de cor branca, conforme determina a instituição. Evitar o uso de adornos pessoais excessivos durante os trabalhos;

 

3.4.4 – atender aos preceitos estabelecidos para o trabalho mediúnico no Lar de Frei Luiz, evitando o uso de roupas couro e seda (antimagnéticas e retentoras de energias negativas), o consumo de carne vermelha, de bebidas alcoólicas, do fumo e a prática do sexo, pelo menos nas 24 horas que antecedem à reunião;

 

3.4.5 – exercer sua faculdade mediúnica somente de acordo com a especificidade do atendimento espiritual da Sala em que se encontra inserido, sendo vedada a prescrição de receitas de medicamentos, o estímulo ao atendimento preferencial por uma mesma entidade na ocasião do retorno à sala e outras práticas que denotem vaidade no exercício da caridade assistencial;

 

3.4.6 – abster-se de melindres, mantendo a humildade como princípio básico do trabalho mediúnico;

 

3.4.7 – participar de forma obrigatória e ativamente de palestras, cursos e outras atividades que possam trazer benefícios para o seu aprimoramento mediúnico;

 

3.4.8 – vencer imprevistos que possam impedir o seu comparecimento às reuniões, tais como visitas inesperadas, fenômenos climáticos e outros motivos menores, sustentando lealdado ao próprio dever, tendo a consciência de que a equipe espiritual da sala comparecerá contando com a colaboração dos companheiros encarnados;

 

3.4.9 – informar, com a devida antecedência, ao Coordenador (ou ao seu adjunto), a sua ausência à reunião ou o seu afastamento temporário dos trabalhos, para que sejam justificados no controle da freqüência;

 

3.4.10 – controlar as manifestações mediúnicas que veicula, regulando quando possível, a respiração ofegante, gemidos, chiados, batimentos de mãos ou pés, ou quaisquer gestos violentos. O médium é responsável pelo equilíbrio das manifestações que se processam por seu intermédio.

 

3.4.11 – recorrer, sempre que necessário, ao Coordenador da sala para dirimir dúvidas, buscar orientação e entendimento com fins de aprendizado e aperfeiçoamento da sua mediunidade;

 

3.4.12 – estar ciente de suas responsabilidades para com a Doutrina e o Lar de Frei Luiz, acatando as decisões emanadas por parte dos responsáveis e abalizadores do seu trabalho mediúnico na instituição e colocando-se sempre à disposição para colaborar na assistência caritativa que casa espírita presta aos necessitados.

 

 

3.5 – Cabe ao Colaborador:

 

3.5.1 – participar, de forma voluntária, das atividades assistenciais prestadas pela Sala;

 

3.5.2 – acatar as determinações do Coordenador e do seu adjunto, procurando cumpri-las com eficiência, para o bom andamento dos trabalhos;

 

3.5.3 – apresentar, quando julgadas necessárias, sugestões que possam contribuir para uma melhor assistência aos necessitados;

 

3.5.4 – evitar apadrinhar parentes ou amigos tentando burlar normas de funcionamento da instituição.

 

3.5.5 – tratar o assistido com cortesia, independente do seu comportamento, entendendo que se trata de um ser fraterno que precisa de compreensão e ajuda.

 

 

  1. PRINCÍPIOS GERAIS

 

4.1 – Todos os trabalhos espirituais nas Salas de Atendimento devem ter o seu início e término nos horários estabelecidos pela Diretoria Espiritual.

 

4.2 – Os trabalhos espirituais nas Salas de Atendimento devem ser iniciados e encerrados com uma breve prece.

 

4.3 – O compromisso, a assiduidade, a pontualidade, a responsabilidade e a dignidade devem ser observadas e cultivadas em todas as atividades desenvolvidas nas Salas de Atendimento, respondendo o seu Coordenador junto à Presidência e a Diretoria Espiritual do Lar de Frei Luiz pela manutenção destes itens comportamentais.

 

4.4 – Ao ingressar nas Salas de Atendimento, os componentes do grupo devem abster-se de conversas frívolas; convém respeitar o ambiente que já foi ionizado e preparado pela espiritualidade.

 

4.5 – É de responsabilidade dos componentes dos grupos das Salas de Atendimento estudar permanentemente a Doutrina Espírita em seus múltiplos aspectos. Só assim, seus dirigentes e demais membros lograrão seu aprimoramento espiritual.

 

4.6 – Cada componente do grupo, independentemente da condição funcional, deve estar preparado para servir onde for solicitado, conforme necessidade da casa e entendimento entre dirigentes.

 

4.7 – O bom entendimento e o relacionamento fraterno entre todos é condição indispensável se os grupos das Salas de Atendimento desejam tarefas mais nobres e amparo superior. Não deve haver desconfianças, reservas ou restrições mútuas ou com os dirigentes do Lar de Frei Luiz. A harmonia e o amor fraternal são os maiores instrumentos de defesa da instituição.

 

4.8 – Todos os componentes das Salas de Atendimento devem tomar conhecimento e acatar o presente Regimento.

 

 

Rio de Janeiro, setembro de 2012.

 

 

Wilson Vasconcelos Pinto

Diretor-Presidente

 

Nelson Duarte Junior                             Paulo Roberto Mattos da Silveira

Diretor Espiritual                                      Coordenador Geral do SOM

 

CIENTE E DE ACORDO:

 

SALA 1      ________________________________________________

Coordenação

SALA 2      ________________________________________________

Coordenação

SALA 3      ________________________________________________

Coordenação

SALA 4      ________________________________________________

Coordenação

SALA 5      ________________________________________________

Coordenação

SALA 6      ________________________________________________

Coordenação

SALA 7      ________________________________________________

Coordenação

SALA 8      ________________________________________________

Coordenação

SALA 9      ________________________________________________

Coordenação

SALA 10   ________________________________________________

Coordenação

SALA 11   ________________________________________________

Coordenação

SALA 12   ________________________________________________

Coordenação

REUNIÕES DE ESTUDO E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO MEDIÚNICA

 

DIRETRIZES

 

  1. FINALIDADE

 

Proporcionar o conhecimento teórico e a prática aos portadores de faculdades mediúnicas para seu exercício em perfeita harmonia com os princípios da Doutrina Espírita e em consonância com os padrões disciplinares estabelecidos no Lar de Frei Luiz.

 

  1. COMPOSIÇÃO

 

  1. Orientador da Reunião
  2. Um ou mais auxiliares do Orientador (de preferência, médiuns experientes)
  3. Candidatos ao estudo e à prática da educação da mediunidade

 

  1. FASES DA REUNIÃO

 

1- Preparação (5 min)

 

Consiste na permanência dos componentes da reunião em absoluto silêncio, em seus devidos lugares.

 

2- Prece inicial (3 min)

 

A ser proferida pelo Orientador ou um seu auxiliar ou por um candidato a médium por ele designado, devendo primar pela simplicidade oratória.

 

3- Estudo doutrinário (30 min)

 

Leitura e comentários sobre temas de obras básicas, como o Evangelho Segundo o Espiritismo (Alan Kardec) e Livro dos Médiuns (Alan Kardec).

 

4- Intercâmbio Mediúnico (45 min)

 

A ser feito, de acordo com a modalidade da reunião de educação mediunica, sendo conduzido pelo Orientador e um auxiliar por ele designado.

 

5- Encerramento e Prece final (5 min)

 

A ser proferida pelo Orientador ou um seu auxiliar ou por um candidato a médium por ele designado, devendo ser mantida a mesma simplicidade oratória adotada na prece inicial.

6- Avaliação da Reunião (20 min)

 

Etapa em que cada participante poderá relatar o que sentiu, percebeu ou transcreveu durante a reunião, oferecendo assim ao Orientador subsídios para análise quanto ao desenvolvimento mediúnico e sobre a qualidade da condução e dinâmica dos trabalhos.

 

Importante: O tempo de duração das reuniões não deve exceder a 2 (duas) horas.

 

  1. MÉDIUNS EM EDUCAÇÃO: CONDUTA GERAL

 

O candidato ao desenvolvimento da educação mediúnica deve:

 

  1. freqüentar o Curso Básico sobre Mediunidade, devendo a sua introdução nas Reuniões de Estudo e Prática do Desenvolvimento da Educação Mediúnica ser um complemento do referido Curso.

 

  1. primar pela assiduidade e pontualidade às reuniões para a qual foi designado ou convocado;

 

  1. comunicar com antecedência eventual impossibilidade, por motivo de força maior, de comparecer a reunião;

 

  1. ser orientado para que controle as manifestações mediúnicas que veicula, reprimindo, sempre que possível, respiração ofegante, bocejos estridentes, gemidos, gritos e contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer gestos violentos;

 

  1. controlar a modulação da voz e fugir à teatralidade (afetação) quando designado para realizar a prece;

 

  1. ser aconselhado a não participar de trabalhos mediúnicos antes de se educar satisfatoriamente;

 

  1. esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou missões de grande valor transcendental, reconhecendo-se humilde portador de tarefas comuns, como as de qualquer outra pessoa na sua mesma condição mediúnica;

 

  1. silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele fenômeno;

 

  1. evitar estabelecer debates durante o estudo que possam suscitar discussões e originar discórdias, em processo de desarmonização do ambiente;

 

  1. manter, no dia da reunião, preparação interior adequada, alimentando-se de forma frugal, para que o organismo seja menos refratário ao trânsito de energias indispensáveis à realização do trabalho. Aconselha-se ainda que, na véspera e no dia da reunião não faça uso de alimentação carnívora (exceto peixe), bebida alcoólica e fumo.

 

  1. usar o traje branco, de tecido não sintético e de estilo adequado a uma reunião espírita;

 

  1. abster-se de comentar fora do recinto sobre as manifestações ocorridas na reunião, para que não haja prejuízo do trabalho da Espiritualidade;

 

 

 

  1. ORIENTADORES (e Auxiliares): CONDUTA GERAL

 

Constituem atribuições dos Orientadores e Auxiliares da Reuniões de Estudo e Prática de Desenvolvimento da Educação da Mediunidade:

 

  1. Coordenar as atividades da reunião específica à modalidade mediúnica, promovendo, de tempos em tempos, rodízio com seu(s) Auxiliar(es), difundindo dessa maneira o espírito de equipe no grupo, além de propiciar a preparação de irmãos para desempenharem, com êxito, tarefas semelhantes.

 

  1. Estimular para que todos os componentes da equipe orientadora participem na exposição do estudo preparatório, no início da reunião.

 

  1. Diligenciar para que sejam mantidas a assiduidade e a pontualidade dos participantes, conversando em particular, se necessário, com os faltosos e impontuais.

 

  1. Encaminhar mensalmente à Secretaria do SOM, a freqüência dos candidatos a médium sob sua responsabilidade.

 

  1. Promover trimestralmente uma reunião de avaliação dos candidatos a médium sob sua responsabilidade, permitindo, preferencialmente, que todos façam a análise do seu desenvolvimento educacional e da dinâmica da reunião.

 

  1. Preparar e divulgar entre os componentes da reunião uma lista de temas que serão abordados a cada encontro, permitindo um estudo prévio por parte dos candidatos a médium.

 

  1. Manter e escriturar, de forma sintética, um relatório em livro apropriado sobre cada reunião realizada (nº de participantes, nº de assistidos, tema abordado, observações quanto à parte prática etc.), dando mensalmente ciência do seu conteúdo à Coordenação do SOM.

 

  1. O Orientador Auxiliar exercerá as atividades em conjunto com o Titular, além de substituí-lo quando necessário.

 

REUNIÃO DE ESTUDO E PRÁTICA DA PSICOFONIA

 

  1. FINALIDADE

 

Reunião destinada à assistência a encarnados e desencarnados através de auxílio doutrinário às entidades vinculadas a processos obsessivos individuais ou coletivos.

 

  1. PARTICIPANTES

 

Além do Orientador e Auxiliar(es), 20 (vinte) médiuns, no máximo, que já se encontrem em condições de participar deste tipo de atividade, ainda que em fase de desenvolvimento educacional, sendo previamente indicados pela Coordenação do SOM.

 

Observações:

 

  1. A presença de pessoas necessitadas pode ser dispensável, uma vez que a Espiritualidade é capaz de promover o auxílio à distância, recomendando-se que as mesmas e os que por elas se interessem permaneçam em atitude receptiva no horário da reunião (estudando, orando etc.), além de fornecer ao Orientador nome e endereço do necessitado.

 

  1. No caso do atendimento presencial, será aberta, a cada reunião, 5 (cinco) vagas para os necessitados, devidamente autorizadas pela Coordenação do SOM.

 

 

  1. FASES DA REUNIÃO

 

Devem ser seguidas as Fases gerais acima especificadas, considerando-se na de Intercâmbio Mediúnico as seguintes observações:

 

  1. formação de Mesa de trabalho, com a participação de 6 (seis) médiuns para incorporação. O Orientador e Auxiliar devem permanecer junto à Mesa, para o diálogo com as entidades que se apresentarem;

 

  1. manutenção de diálogo caridoso, mas esclarecedor, com as entidades espirituais;

 

  1. evitar a manifestação simultânea de Espíritos, mediante o incentivo aos médiuns que mantenham o controle para que haja uma comunicação psicofônica de cada vez;

 

  1. controle de manifestações anímicas, tais como gestos repetidos, maneio de cabeças, zumbidos etc., mediante apelo ao espírito do próprio médium;

 

  1. realização de preces curtas objetivas, adequadas a cada caso, quando se fizerem necessárias;

 

  1. sempre que possível, anotação das manifestações da Espiritualidade que costumam apresentar conteúdo que necessite meditação por parte dos presentes;

 

  1. incentivo a vidência e a audição, quando se fizerem presentes, especialmente o que possa ser entendido e acompanhado pelo Espírito carente em suas necessidades;

 

  1. a direção da prática não deve recair sobre médium em estado de incorporação, a não ser durante o atendimento, quando se fizer necessária;

 

  1. ao final do atendimento, deve ser oferecida água fluidificada aos participantes.

 

 

 

REUNIÃO DE ESTUDO E PRÁTICA DA FLUIDOTERAPIA

 

  1. FINALIDADE

 

Reunião destinada à assistência a encarnados e desencarnados através de tratamento espiritual, a ser dispensado pela própria Espiritualidade.

 

  1. PARTICIPANTES

 

Além do Orientador e Auxiliar(es), 20 (vinte) médiuns que já se encontrem em condições de participar deste tipo de atividade, ainda que em fase de desenvolvimento educacional, sendo previamente indicados pela Coordenação do SOM.

 

Observações:

 

  1. A presença de pessoas necessitadas pode ser dispensável, uma vez que a Espiritualidade é capaz de promover o auxílio à distância, recomendando-se que as mesmas e os que por elas se interessem permaneçam em atitude receptiva no horário da reunião (orando), além de fornecer ao Orientador nome e endereço do necessitado.

 

  1. No caso do atendimento presencial, será aberta, a cada reunião, de 5 (cinco) a 10 (dez) vagas para os necessitados, devidamente autorizadas pela Coordenação do SOM. Cada enfermo poderá, a critério do Orientador, participar de 3 (três) reuniões consecutivas, salvo recomendação em contrário.

 

  1. O Orientador deverá esclarecer sempre que grande parte do êxito obtido nas tarefas de irradiação em benefício dos enfermos ausentes está na dependência do esforço de cada um dos participantes da reunião para a formação de um ambiente vibratório adequado a essa modalidade de assistência espiritual.

 

 

  1. FASES DA REUNIÃO

 

Devem ser seguidas as Fases gerais acima especificadas, considerando-se na Fluidoterapia as seguintes observações:

 

  1. o atendimento presencial será feito com o necessitado deitado em maca;

 

  1. deverá haver um rodízio entre os médiuns aplicadores do tratamento e os que formarão a base de sustentação harmônica dos trabalhos, sempre a critério do Orientador da reunião;

 

  1. os médiuns poderão, mediante autorização prévia do Orientador, relatar o que lhes foi dado observar com relação ao tratamento do enfermo e descrever as recomendações que, por intuição, lhes tenham sido sugeridas pela Espiritualidade;

 

  1. devem ser controladas manifestações anímicas, tais como gestos repetidos, maneio de cabeças, zumbidos, teatralização nos passes etc., mediante apelo do Orientador ao espírito do próprio médium;

 

  1. deve ser evitado o toque no corpo do paciente durante o tratamento, exceção feita aos casos em que seja identificada pelo Orientador a presença da entidade assistencial incorporada no médium.

 

  1. sempre que possível, anotar as manifestações da Espiritualidade que costumam apresentar conteúdo que necessite meditação por parte dos presentes;

 

  1. incentivo a vidência e a audição, quando se fizerem presentes, especialmente o que possa contribuir para enriquecer o conteúdo da prática;

 

  1. a direção da prática não deve recair sobre médium em estado de incorporação, a não ser durante o atendimento, quando se fizer necessária.

 

  1. ao final do atendimento, deve ser oferecida água fluidificada aos assistidos.

 

 

 

 

REUNIÃO DE ESTUDO E PRÁTICA DA PSICOGRAFIA

 

  1. FINALIDADE

 

Reunião destinada à captação de mensagens de desencarnados através de médiuns com capacidade de transcrever o que é ditado ou de reproduzir mecanicamente a escrita de uma entidade espiritual.

 

  1. PARTICIPANTES

 

Além do Orientador e Auxiliar(es), 12 (doze) médiuns que tenham condições de atuar neste tipo de atividade, ainda que em fase de desenvolvimento educacional, sendo previamente indicados pela Coordenação do SOM.

 

Observações:

 

  1. A presença de pessoas estranhas a atividade pode ser dispensável.

 

  1. No caso do atendimento presencial, será aberta, a cada reunião, de 5 (cinco) vagas para os necessitados, sempre a critério do Orientador e devidamente autorizadas pelo Coordenador Geral.

 

  1. O Orientador deverá esclarecer sempre que grande parte do êxito obtido nas tarefas de captação de mensagens está na dependência do esforço de cada um dos participantes da reunião para a formação de um ambiente vibratório adequado a essa modalidade de comunicação espiritual.

 

 

  1. FASES DA REUNIÃO

 

Devem ser seguidas as Fases gerais acima especificadas, considerando-se na reunião de Psicografia as seguintes observações:

 

  1. o ambiente deverá necessariamente ter um fundo musical constante;

 

  1. deverá haver um rodízio entre os médiuns receptadores das mensagens e os que formarão a base de sustentação harmônica dos trabalhos, sempre a critério do Orientador da reunião;

 

  1. os médiuns poderão, mediante autorização prévia do Orientador, relatar o que lhes foi dado captar na escrita, especialmente quando houver questionamentos, e solicitar instruções para que possa prosseguir a comunicação;

 

  1. devem ser controladas manifestações anímicas, tais como gestos repetidos, maneio de cabeças, zumbidos, teatralização na escrita ou no desenho etc., mediante apelo do Orientador ao espírito do próprio médium;

 

  1. incentivo a vidência e a audição, quando se fizerem presentes, especialmente o que possa contribuir para enriquecer o conteúdo da prática;

 

  1. a direção da prática não deve recair sobre médium em estado de incorporação, a não ser durante o atendimento, quando se fizer necessária.

 

  1. ao final do atendimento, deve ser oferecida água fluidificada aos participantes.

 

 

REUNIÃO DE ESTUDO E PRÁTICA DA CLARIVIDÊNCIA E CLARIAUDIÊNCIA

 

  1. FINALIDADE

 

Reunião destinada à captação de mensagens de desencarnados através de médiuns com capacidade de ver ou ouvir o que é transmitido pelo plano espiritual.

 

 

  1. PARTICIPANTES

 

Além do Orientador e Auxiliar(es), 12 (doze) médiuns que tenham condições de atuar neste tipo de atividade, ainda que estejam em fase de desenvolvimento educacional, sendo previamente indicados pela Coordenação do SOM.

 

Observações:

 

  1. A presença de pessoas estranhas a atividade pode ser dispensável.

 

  1. No caso do atendimento presencial, será aberta, a cada reunião de 5 (cinco) vagas para os necessitados, sempre a critério do Orientador e devidamente autorizadas pelo Coordenador Geral.

 

  1. O Orientador deverá esclarecer sempre que grande parte do êxito obtido nas tarefas de captação das vidências e mensagens auditivas está na dependência do esforço de cada um dos participantes da reunião para a formação de um ambiente vibratório adequado a essa modalidade de comunicação espiritual.

 

 

  1. FASES DA REUNIÃO

 

Devem ser seguidas as Fases gerais acima especificadas, considerando-se na reunião de Clarividência e Clariaudiência as seguintes observações:

 

  1. o ambiente deverá necessariamente ter um fundo musical constante;

 

  1. deverá haver um rodízio entre os médiuns receptadores e os que formarão a base de sustentação harmônica dos trabalhos, sempre a critério do Orientador da reunião;

 

  1. os médiuns poderão, mediante autorização prévia do Orientador, relatar o que lhes foi dado captar na visão ou audição, especialmente quando houver questionamentos, e solicitar instruções para que possa prosseguir a comunicação;

 

  1. devem ser controladas manifestações anímicas, tais como gestos repetidos, maneio de cabeças, zumbidos, teatralização etc., mediante apelo do Orientador ao espírito do próprio médium;

 

  1. o incentivo a vidência e a audição deve ser sempre no sentido de contribuir para enriquecer o conteúdo da prática;

 

  1. a direção da prática não deve recair sobre médium em estado de incorporação, a não ser durante o atendimento, quando se fizer necessária.

 

  1. ao final do atendimento, deve ser oferecida água fluidificada aos participantes.

 

 

 

REUNIÃO DE ESTUDO E PRÁTICA DE EFEITOS FÍSICOS

 

 

  1. FINALIDADE

 

Reunião destinada à captação de fenômenos através de médiuns com capacidade de provocar efeitos especiais ou manifestações ostensivas com a colaboração do plano espiritual.

 

 

  1. PARTICIPANTES

 

Além do Orientador e Auxiliar(es), 12 (doze) médiuns que tenham condições de atuar neste tipo de atividade, ainda que estejam em fase de desenvolvimento educacional, sendo previamente indicados pela Coordenação do SOM.

 

Observações:

 

  1. A presença de pessoas estranhas a atividade pode ser dispensável.
  2. No caso do atendimento presencial, será aberta, a cada reunião 3 (três) vagas para os necessitados, a critério do Orientador e devidamente autorizadas pelo Coordenador Geral.
  3. O Orientador deverá esclarecer sempre que grande parte do êxito obtido nas tarefas de captação dos fenômenos está na dependência do esforço de cada um dos participantes da reunião para a formação de um ambiente vibratório adequado a essa modalidade de comunicação espiritual.

 

  1. FASES DA REUNIÃO

 

 

 

Devem ser seguidas as Fases gerais acima especificadas, considerando-se na reunião de Efeitos Físicos as seguintes observações:

 

  1. o ambiente deverá necessariamente ter um fundo musical constante e luz ambiente reduzida;

 

  1. deverá haver um rodízio entre os médiuns captadores e os que formarão a base de sustentação harmônica dos trabalhos, sempre a critério do Orientador da reunião;

 

  1. devem ser controladas manifestações anímicas, tais como gestos repetidos, maneio de cabeças, zumbidos, teatralização etc., mediante apelo do Orientador ao espírito do próprio médium;

 

  1. o incentivo a vidência e a audição deve ser sempre no sentido de contribuir para enriquecer o conteúdo da prática;

 

  1. a direção da prática não deve recair sobre médium em estado de incorporação, a não ser durante o atendimento, quando se fizer necessária.

 

  1. ao final da reunião, deve ser oferecida água fluidificada aos participantes.

REGIMENTO INTERNO DAS SALAS DE ATENDIMENTO

 

  1. DAS FINALIDADES

 

1.1 – Uniformizar a metodologia de assistência nas Salas de Atendimento do Lar de Frei Luiz, independente de sua natureza fim assistencial.

 

1.2 – Servir aos Coordenadores das Salas, e aos demais participantes setoriais, como parâmetro orientador das determinações emanadas pela Presidência e pela Diretoria Espiritual da instituição.

 

  1. DAS SALAS DE ATENDIMENTO

 

2.1 – As Salas de Atendimento do Lar de Frei Luiz têm caráter de especificidade na assistência aos que buscam o amparo espiritual na instituição, definido por sua Diretoria Espiritual.

 

2.2 – Constituem atividades fins das Salas de Atendimento a aplicação de passes, a prática da desobsessão e o atendimento consolador espiritual especializado (fluidoterapia, orientações e esclarecimentos etc.).

 

2.3 – As Salas de Atendimento continuam a ser designadas por números e suas atividades ficam estabelecidas para fins de assistência em:

 

Sala 1 – enfermidades criticas

Sala 2 – enfermidades criticas

Sala 3 – desobsessão grave

Sala 4 – passes

Sala 5 – enfermidades gerais

Sala 6 – enfermidades gerais

Sala 7 – passes

Sala 8 – enfermidades em crianças e adolescentes

Sala 9 – necessidades especiais

Sala 10 – passes

Sala 11 – dependência química e outras compulsões

Sala 12 –  enfermidades gerais

Sala 13 – acolhimento a perdas afetivas, à gestação e a doenças graves

 

 

  • Em princípio, é vedada a prática regular nas Salas de Atendimento de atividades que não as especificadas, salvo prévia autorização da Diretoria Espiritual.

 

 

  1. DA COMPOSIÇÃO FUNCIONAL DAS SALAS DE ATENDIMENTO

 

3.1 – As Salas de Atendimento do Lar de Frei Luiz têm como membros componentes dos seus trabalhos assistenciais:

 

3.1.1 – Coordenador

3.1.2 – Coordenador-Adjunto

3.1.3 – Médiuns atuantes

3.1.4 – Colaboradores

 

3.2 – Cabe ao Coordenador:

 

3.2.1 – manter a ordem e a disciplina dos trabalhos pela sua liderança e coordenação, de forma fraterna porém enérgica, evitando práticas esdrúxulas ou contrárias à moral evangélica e as normas vigentes no Lar de Frei Luiz;

 

3.2.2 – designar um componente o grupo para substituí-lo em seus eventuais impedimentos;

 

3.2.3 – conhecer as aptidões e tendências dos médiuns do grupo que coordena, evitando possíveis constrangimentos;

 

3.2.4 – impedir a prática mediúnica assistencial não específica da Sala que coordena;

 

3.2.5 – manter o grupo conscientizado de seus deveres como médiuns-espíritas-cristãos a serviço do amor e da caridade, assistindo-os e orientado-os em suas dificuldades;

 

3.2.6 – analisar cuidadosamente o conteúdo das mensagens e informações recebidas, sob o crivo do bom senso, tendo em vista que ninguém está a salvo do assédio e das interferências de espíritos mistificadores;

 

3.2.7 – manter silêncio sobre o que for revelado nos atendimentos, dado que a ética evangélica recomenda discrição. O que ocorre na sala mediúnica não deve cair em domínio público;

 

3.2.8 – enviar mensalmente ao Serviço de Orientação Mediúnica (SOM) a freqüência dos médiuns e colaboradores da Sala de Atendimento que coordena;

 

3.2.9 – evitar incluir ou desligar um médium da Sala de Atendimento sem que o SOM tenha ciência e, no caso de inclusão, a obtenção da  concordância daquele serviço;

 

3.2.10 – não realizar qualquer alteração na estrutura física ou funcional da Sala que coordena sem prévia autorização, respectivamente, das Diretorias Administrativa ou Espiritual;

 

3.2.11 – comparecer, sempre que convocado, as reuniões programadas pela Presidência e pela Diretoria Espiritual da instituição. No caso de impedimento, enviar seu substituto legalmente constituído.

 

3.2.12 – entender que a Sala de Atendimento é um apêndice funcional e administrativo do Lar de Frei Luiz e que a Coordenação da Sala é um cargo de confiança da Presidência e da Diretoria Espiritual da instituição, podendo ser retomado sempre que julgado necessário pelos dois setores diretivos.

 

 

3.3 – Cabe ao Coordenador-Adjunto:

 

3.3.1 – substituir o Coordenador titular nos seus eventuais impedimentos, mantendo os mesmos deveres e responsabilidades;

 

3.3.2 – controlar a freqüência dos médiuns e colaboradores da Sala, enviando mensalmente relatório ao SOM;

 

3.3.3 – controlar a organização do atendimento da Sala, designando o  posicionamento das filas, a disposição funcional dos colaboradores, a análise dos casos encaminhados por outros setores da instituição etc.

 

3.3.4 – auxiliar o Coordenador titular nas suas tarefas específicas, dando-lhe ciência de todas as iniciativas tomadas em relação ao trabalho de assistência na Sala.

 

 

3.4 – Cabe ao Médium atuante:

 

3.4.1 – acatar a liderança do Coordenador e do seu adjunto, aceitando de boa-vontade a maneira de sua atuação na Sala de Atendimento (médium ativo ou médium de sustentação);

 

3.4.2 – estar na Sala de Atendimento no mínimo 15 (quinze) minutos antes do horário estabelecido para o trabalho;

 

3.4.3 – usar roupas adequadas, cômodas, discretas e,preferencialmente, de cor branca, conforme determina a instituição. Evitar o uso de adornos pessoais excessivos durante os trabalhos;

 

3.4.4 – atender aos preceitos estabelecidos para o trabalho mediúnico no Lar de Frei Luiz, evitando o uso de roupas couro e seda (antimagnéticas e retentoras de energias negativas), o consumo de carne vermelha, de bebidas alcoólicas, do fumo e a prática do sexo, pelo menos nas 24 horas que antecedem à reunião;

 

3.4.5 – exercer sua faculdade mediúnica somente de acordo com a especificidade do atendimento espiritual da Sala em que se encontra inserido, sendo vedada a prescrição de receitas de medicamentos, o estímulo ao atendimento preferencial por uma mesma entidade na ocasião do retorno à sala e outras práticas que denotem vaidade no exercício da caridade assistencial;

 

3.4.6 – abster-se de melindres, mantendo a humildade como princípio básico do trabalho mediúnico;

 

3.4.7 – participar de forma obrigatória e ativamente de palestras, cursos e outras atividades que possam trazer benefícios para o seu aprimoramento mediúnico;

 

3.4.8 – vencer imprevistos que possam impedir o seu comparecimento às reuniões, tais como visitas inesperadas, fenômenos climáticos e outros motivos menores, sustentando lealdado ao próprio dever, tendo a consciência de que a equipe espiritual da sala comparecerá contando com a colaboração dos companheiros encarnados;

 

3.4.9 – informar, com a devida antecedência, ao Coordenador (ou ao seu adjunto), a sua ausência à reunião ou o seu afastamento temporário dos trabalhos, para que sejam justificados no controle da freqüência;

 

3.4.10 – controlar as manifestações mediúnicas que veicula, regulando quando possível, a respiração ofegante, gemidos, chiados, batimentos de mãos ou pés, ou quaisquer gestos violentos. O médium é responsável pelo equilíbrio das manifestações que se processam por seu intermédio.

 

3.4.11 – recorrer, sempre que necessário, ao Coordenador da sala para dirimir dúvidas, buscar orientação e entendimento com fins de aprendizado e aperfeiçoamento da sua mediunidade;

 

3.4.12 – estar ciente de suas responsabilidades para com a Doutrina e o Lar de Frei Luiz, acatando as decisões emanadas por parte dos responsáveis e abalizadores do seu trabalho mediúnico na instituição e colocando-se sempre à disposição para colaborar na assistência caritativa que casa espírita presta aos necessitados.

 

 

3.5 – Cabe ao Colaborador:

 

3.5.1 – participar, de forma voluntária, das atividades assistenciais prestadas pela Sala;

 

3.5.2 – acatar as determinações do Coordenador e do seu adjunto, procurando cumpri-las com eficiência, para o bom andamento dos trabalhos;

 

3.5.3 – apresentar, quando julgadas necessárias, sugestões que possam contribuir para uma melhor assistência aos necessitados;

 

3.5.4 – evitar apadrinhar parentes ou amigos tentando burlar normas de funcionamento da instituição.

 

3.5.5 – tratar o assistido com cortesia, independente do seu comportamento, entendendo que se trata de um ser fraterno que precisa de compreensão e ajuda.

 

 

  1. PRINCÍPIOS GERAIS

 

4.1 – Todos os trabalhos espirituais nas Salas de Atendimento devem ter o seu início e término nos horários estabelecidos pela Diretoria Espiritual.

 

4.2 – Os trabalhos espirituais nas Salas de Atendimento devem ser iniciados e encerrados com uma breve prece.

 

4.3 – O compromisso, a assiduidade, a pontualidade, a responsabilidade e a dignidade devem ser observadas e cultivadas em todas as atividades desenvolvidas nas Salas de Atendimento, respondendo o seu Coordenador junto à Presidência e a Diretoria Espiritual do Lar de Frei Luiz pela manutenção destes itens comportamentais.

 

4.4 – Ao ingressar nas Salas de Atendimento, os componentes do grupo devem abster-se de conversas frívolas; convém respeitar o ambiente que já foi ionizado e preparado pela espiritualidade.

 

4.5 – É de responsabilidade dos componentes dos grupos das Salas de Atendimento estudar permanentemente a Doutrina Espírita em seus múltiplos aspectos. Só assim, seus dirigentes e demais membros lograrão seu aprimoramento espiritual.

 

4.6 – Cada componente do grupo, independentemente da condição funcional, deve estar preparado para servir onde for solicitado, conforme necessidade da casa e entendimento entre dirigentes.

 

4.7 – O bom entendimento e o relacionamento fraterno entre todos é condição indispensável se os grupos das Salas de Atendimento desejam tarefas mais nobres e amparo superior. Não deve haver desconfianças, reservas ou restrições mútuas ou com os dirigentes do Lar de Frei Luiz. A harmonia e o amor fraternal são os maiores instrumentos de defesa da instituição.

 

4.8 – Todos os componentes das Salas de Atendimento devem tomar conhecimento e acatar o presente Regimento.

 

 

Rio de Janeiro, setembro de 2012.

 

 

Wilson Vasconcelos Pinto

Diretor-Presidente

 

Nelson Duarte Junior                             Paulo Roberto Mattos da Silveira

Diretor Espiritual                                      Coordenador Geral do SOM

 

CIENTE E DE ACORDO:

 

SALA 1      ________________________________________________

Coordenação

SALA 2      ________________________________________________

Coordenação

SALA 3      ________________________________________________

Coordenação

SALA 4      ________________________________________________

Coordenação

SALA 5      ________________________________________________

Coordenação

SALA 6      ________________________________________________

Coordenação

SALA 7      ________________________________________________

Coordenação

SALA 8      ________________________________________________

Coordenação

SALA 9      ________________________________________________

Coordenação

SALA 10   ________________________________________________

Coordenação

SALA 11   ________________________________________________

Coordenação

SALA 12   ________________________________________________

Coordenação

Normas gerais

Na vida cotidiana:

  1. manter grande elevação moral;
  2. selecionar ambientes e companhias, sobretudo nos momentos de lazer;
  3. conviver de preferência com pessoas espiritualizadas;
  4. realizar leitura constante sobre a doutrina espírita;
  5. rechaçar críticas e comentários negativos (“fofocas”) de toda espécie;
  6. cultivar amor ao próximo, indulgência, humildade, paciência e benevolência;
  7. manter otimismo e semear amor em todas as suas atividades.
  8. lembrar sempre das palavras de Jesus:

“Aquele que não tiver pecado, que atire a primeira pedra”.

 

Na véspera do trabalho:

  1. repousar no lar;
  2. evitar, sempre que possível, atividade social;
  3. dormir o necessário;
  4. não ingerir bebidas alcoólicas, não fumar, não comer carne vermelha ou derivados e abster-se de atividade sexual.

No dia do trabalho:

  1. manter o equilíbrio adquirido anteriormente;
  2. evitar contrariedades, aborrecimentos, cólera etc.;
  3. cuidar da higiene pessoal;
  4. não ingerir café (lentifica as vibrações do médium);
  5. utilizar roupas adequadas, cômodas e discretas, de cor branca e de algodão ou linho (porque o branco reflete luz e calor e tecidos sintéticos são péssimos condutores de energia).

No trabalho:

  1. evitar o uso de adornos pessoais (jóias e bijuterias);
  2. estar no local de atendimento no mínimo 15 minutos antes do horário estabelecido para o começo do trabalho assistencial, para relaxar e elevar o pensamento;
  1. antes de iniciar o atendimento, fazer prece rogando a Deus força e ajuda;
  2. controlar as manifestações mediúnicas que veicula, regulando a respiração ofegante, gemidos, chiados, batimentos de mãos ou pés  ou quaisquer gestos violentos. O médium é responsável pelo equilíbrio das manifestações e pelas comunicações que se processam por seu intermédio;
  1. ser humilde, mesmo que consiga resultados surpreendentes com sua assistência;
  2. exercer sua  faculdade  mediúnica  somente  de  acordo  com  a especificidade do atendimento espiritual da Sala  em que se encontra inserido, sendo vedada a prescrição de receitas de medicamentos, o estímulo ao atendimento preferencial pela entidade com quem trabalha, e outras práticas que denotem vaidade no exercício da caridade assistencial;
  1. falar somente o necessário com o assistido; em casos especiais, destacar a necessidade de fazer a reforma íntima, a importância da oração e do uso da água fluidificada;
  2. evitar tocar no assistido durante o passe. A energia transmitida pelo passe magnético dispensa o toque físico no corpo do receptor.
  3. ao fim do trabalho, fazer o auto-passe e uma prece de agradecimento;
  4. ao sair do trabalho, manter silêncio (as entidades continuam trabalhando).

      (Diretrizes baseadas em orientações extraídas do livro Mediunidade com Cristo, de Luiz da Rocha Lima)

                                             Recomendações Complementares

  1. Assiduidade = se possível, a equipe encarnada deve ser sempre a mesma para favorecer a sintonia.
  1. Pontualidade = chegar sempre com antecedência no local de trabalho, pois assim fazem os Espíritos.
  1. Segurança = nada há o que temer, se o propósito for honesto, e se nossa vontade for sincera de servir a Jesus.
  1. Experiência = é uma aquisição natural, com boa vontade e humildade.
  2. Responsabilidade = segundo André Luiz (Nos Domínios da Mediunidade, cap.17), uma condição para o êxito do trabalho.
  1. Cuidado com a alimentação = o excesso de alimentação produz odores fétidos através dos poros, bem como saídas dos pulmões e do estômago, e provoca desarmonia no aparelho gastrointestinal.
  1. Estudo = a ausência do estudo significa estagnação.
  2. Doença = o passista doente não poderá ministrar nenhum passe.

               (Extraídas da apostila Passes Magnéticos / Lar de Frei Luiz / Curso Professor Carlos José, 1998)

Curso de Educação Mediúnica

Módulo Teórico

O PASSE: FUNDAMENTOS E TÉCNICAS

Orientadores: Dalto Carreiro, João Batista, Glória Maria, Amélia Meira.

1º Ano – Quarta-feira

MARÇO

02 – APRESENTAÇÃO DA EQUIPE E DO PROGRAMA. REGRAS E DISCIPLINA.

09 – O SER HUMANO: Noções básicas de sua constituição 1.

16 – O SER HUMANO: Noções básicas de sua constituição 2.

23 – O MAGNETISMO: Conceito e Origens.

30 – OS FLUIDOS

 

ABRIL

06 – ESPÍRITO, PERISPÍRITO E DUPLO ETÉRICO

13 – OS CENTROS VITAIS.

20 – ENFERMOS E ENFERMIDADES

27 – A PRECE

 

MAIO

04 – O PASSE: Objetivos, Mecanismos de Ação e Resultados.

11 – O PASSE: Como aplicar.

18 – O PASSISTA.

25 – ASPECTOS COMPLEMENTARES SOBRE O PASSE.

 

 

 

JUNHO

01 – A FLUIDOTERAPIA.

08 – O PASSE: Entrevista com Divaldo Franco 1.

15 – O PASSE: Entrevista com Divaldo Franco 2.

22 – O PASSE EM REUNIÕES MEDIÚNICAS: Entrevista com Divaldo Franco 1.

29 – O PASSE EM REUNIÕES MEDIÚNICAS: Entrevista com Divaldo Franco 1.

1º Ano – Domingo

MARÇO

06 – APRESENTAÇÃO DA EQUIPE E DO PROGRAMA. REGRAS E DISCIPLINA.

13 – O SER HUMANO: Noções básicas de sua constituição 1.

ABRIL

03 – O SER HUMANO: Noções básicas de sua constituição 2.

17 – O MAGNETISMO: Conceito e Origens.

MAIO

01 – OS FLUIDOS.

15 – ESPÍRITO, PERISPÍRITO E DUPLO ETÉRICO.

29 – OS CENTROS VITAIS.

JUNHO

05 – ENFERMOS E ENFERMIDADES

19 – A PRECE

JULHO

03 – O PASSE: Objetivos, Mecanismos de Ação e Resultados.

17 – O PASSE: Como aplicar.

31 – O PASSISTA.

AGOSTO

07 – A FLUIDOTERAPIA.

21 – O PASSE: Entrevista com Divaldo Franco 1.

SETEMBRO

04 – O PASSE: Entrevista com Divaldo Franco 2.

18 – O PASSE EM REUNIÕES MEDIÚNICAS: Entrevista com Divaldo Franco 1.

OUTUBRO

02 – O PASSE EM REUNIÕES MEDIÚNICAS: Entrevista com Divaldo Franco 1.

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TEMAS BÁSICOS SOBRE A MEDIUNIDADE

1º Ano – Quarta-feira

 

JANEIRO

20 e 27 – Seleção dos Médiuns para as atividades no SOM.

FEVEREIRO

24 – Seleção dos Médiuns para as atividades no SOM.

MARÇO

02 – APRESENTAÇÃO DO SOM.

09 – LAR DE FREI LUIZ: HISTÓRICO DAS ATIVIDADES ATRAVÉS DOS TEMPOS.

16 – MEDIUNIDADE AFLORADA.

23 – PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE.

30 – QUALIDADES ESSENCIAIS AOS MÉDIUNS.

ABRIL

06 – RELAÇÕES FLUÍDICAS ENTRE O MÉDIUM E O ESPÍRITO COMUNICANTE. NATUREZA DAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS.

13 – USO DA FACULDADE MEDIÚNICA. PERDA E SUSPENSÃO DA MEDIUNIDADE. INCONVENIÊNCIAS E PERIGOS DA MEDIUNIDADE.

20 – MEDITAÇÃO: Sua importância para a prática mediúnica.

27 – ANIMISMO. APTIDÃO MEDIÚNICA. INFLUÊNCIA MORAL DO MÉDIUM NAS COMUNICAÇÕES. O CRIVO DA RAZÃO.

MAIO

04 – O MÉDIUM DE SUSTENTAÇÃO.

11 – PSICOGRAFIA.

18 – PSICOFONIA.

25 – CLARIVIDÊNCIA E CLARIAUDIÊNCIA.

JUNHO

01 – MEDIUNIDADE DE CURA.

08 – EFEITOS FÍSICOS.

15 – OBSESSÃO, POSSESSÃO E FASCINAÇÃO.

22 – MISTIFICAÇÕES E CHARLATANISMOS MEDIÚNICOS.

29 – DIÁLOGO COM OS ESPÍRITOS. O que pode ser perguntado e respondido.

JULHO

06 – REUNIÃO ESPÍRITA: Conduta do Médium e do Orientador.

13 – O MÉDIUM CONTRARIADO.

20 – INTUIÇÃO MEDIÚNICA.

27 – GUIAS ESPIRITUAIS.

AGOSTO

03 – O PAPEL DA PRECE E DA MÚSICA NAS REUNIÕES ESPÍRITAS.

10 – ASSISTÊNCIA AO ENFERMO NA CASA ESPÍRITA.

17 – AS DIRETRIZES PARA A PRÁTICA MEDIÚNICA NO LAR DE FREI LUIZ.

24 – A VISÃO ESPÍRITA DA VIDA.

31- EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO.

SETEMBRO

07 – MEDIUNIDADE E INTELECTO.: A importância do conhecimento para o médium.

14 – PERDAS E GANHOS DE ENERGIA: Situações favorecedoras.

21 – A CARIDADE DA PALAVRA: Sua relação com o exercício da mediunidade.

25  – Seminário:

REFORMA ÍNTIMA – Importância e caminhos a serem percorridos para o seu alcance.

1º Ano – Domingo

JANEIRO

24 – INTUIÇÃO MEDIÚNICA.

FEVEREIRO

28 – GUIAS ESPIRITUAIS

MARÇO

06 – O PAPEL DA PRECE E DA MÚSICA NAS REUNIÕES ESPÍRITAS.

13 – ASSISTÊNCIA AO ENFERMO NA CASA ESPÍRITA.

ABRIL

03 – AS DIRETRIZES PARA A PRÁTICA MEDIÚNICA NO LAR DE FREI LUIZ.

17 – LAR DE FREI LUIZ: REVISÃO DO HISTÓRICO DE SUAS ATIVIDADES.

NOVA TURMA (2016/…2018)

 

MAIO

01 – APRESENTAÇÃO DO SOM

15 – LAR DE FREI LUIZ: HISTÓRICO DAS ATIVIDADES ATRAVÉS DOS TEMPOS.

29 – MEDIUNIDADE AFLORADA.

JUNHO

05 – PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE.

19 – QUALIDADES ESSENCIAIS AOS MÉDIUNS.

JULHO

03 – RELAÇÕES FLUÍDICAS ENTRE O MÉDIUM E O ESPÍRITO COMUNICANTE. NATUREZA DAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS.

17 – USO DA FACULDADE MEDIÚNICA. PERDA E SUSPENSÃO DA MEDIUNIDADE. INCONVENIÊNCIAS E PERIGOS DA MEDIUNIDADE.

31 – MEDITAÇÃO: Sua importância para a prática mediúnica.

AGOSTO

07 – ANIMISMO. APTIDÃO MEDIÚNICA. INFLUÊNCIA MORAL DO MÉDIUM NAS COMUNICAÇÕES. O CRIVO DA RAZÃO.

21 – O MÉDIUM DE SUSTENTAÇÃO.

SETEMBRO

04 – PSICOGRAFIA.

18 – PSICOFONIA.

OUTUBRO

02 – CLARIVIDÊNCIA E CLARIAUDIÊNCIA.

18 – MEDIUNIDADE DE CURA.

30 – EFEITOS FÍSICOS.

NOVEMBRO

06 – OBSESSÃO, POSSESSÃO E FASCINAÇÃO.

20 – MISTIFICAÇÕES E CHARLATANISMOS MEDIÚNICOS

DEZEMBRO

04 – DIÁLOGO COM OS ESPÍRITOS. O que pode ser perguntado e respondido.

11 – REUNIÃO ESPÍRITA: Conduta do Médium e do Orientador.

O PASSE: FUNDAMENTOS E TÉCNICAS

Orientadores: Dalto Carreiro, Amélia Meira, Glória Maria, João Bat

2º Ano – Quarta-feira

MARÇO

02 – PRÁTICA

09 – PRÁTICA

16 – PRÁTICA

23 – PRÁTICA

30 – PRÁTICA

ABRIL

06 – PRÁTICA

13 – PRÁTICA

20 – PRÁTICA

27 – PRÁTICA

MAIO

04 – PRÁTICA

11 – PRÁTICA

18 – PRÁTICA

25 – PRÁTICA

JUNHO

01 – PRÁTICA

08 – PRÁTICA

15 – PRÁTICA

22 – PRÁTICA

29 – PRÁTICA

2º Ano – Domingo

MARÇO

06 – PRÁTICA

13 – PRÁTICA

ABRIL

03 – PRÁTICA

17 – PRÁTICA

MAIO

01 – PRÁTICA

15 – PRÁTICA

29 – PRÁTICA

JUNHO

05 – PRÁTICA

19 – PRÁTICA

JULHO

03 – PRÁTICA

17 – PRÁTICA

31 – PRÁTICA

AGOSTO

07 – PRÁTICA

21 – PRÁTICA

SETEMBRO

04 – PRÁTICA

18 – PRÁTICA

OUTUBRO

02 – PRÁTICA

TEMAS BÁSICOS SOBRE A MEDIUNIDADE

2º Ano – Quarta-feira

 

MARÇO

02 – REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO PARA O MÉDIUM.

09 – MEDIUNIDADE AFLORADA E EMOTIVIDADE DESARMONIZADA.

16 – O MÉDIUM E A MÁGOA.

23 – O MÉDIUM E A SOLIDÃO.

30 – O MÉDIUM E A INSEGURANÇA.

ABRIL

06 – O MÉDIUM E A CULPA.

13 – Seminário

INCORPORAÇÃO: Esclarecendo dúvidas mais freqüentes.

20 – A PROTEÇÃO DO MÉDIUM.

27- A CRÍTICA E O JULGAMENTO: Suas implicações espirituais.

MAIO

04 – O COMPORTAMENTO SOCIAL DO MÉDIUM.

11 – A LEI DA AÇÃO E DA REAÇÃO.

18 – O LIVRE ARBÍTRIO.

25 – A RELAÇÃO ENTRE OS MÉDIUNS NA CASA ESPÍRITA.

JUNHO

01 – CUIDADOS A OBSERVAR NO TRANSE MEDIÚNICO.   

08 – O PODER DO PENSAMENTO.

15 – POR QUE ADOECEMOS?

22 – RITUALISMO E ESPIRITISMO.

29 – Seminário

ANIMISMO: Como deve ser entendido pela ótica espírita.

JULHO

06 –  FLUIDIFICAÇÃO DA ÁGUA E DE OBJETOS.

13 – CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO REENCARNATÓRIO.

20 – PERISPÍRITO, DUPLO ETÉREO e AURA: O Conhecimento sobre suas funções.

27 – ABORTO E SUICÍDIO: Implicações espirituais de seus atos.

AGOSTO

03 – TERAPIAS HOLÍSTICAS: Sua aplicabilidade na assistência ao enfermo.

10 – REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO.

17 – O AMBIENTE EM QUE VIVEMOS E SUA INFLUÊNCIA ESPIRITUAL.

24 – MEDIUNIDADE EM CRIANÇAS.

31 –  ECTOPLASMA: Considerações básicas a respeito.

SETEMBRO

07 – DESDOBRAMENTO ASTRAL: Conhecendo seu mecanismo e importância.

14 – VISÃO ESPÍRITA DE TEMAS POLÊMICOS: Compulsões, Divórcio, Homossexualismo.

21 – VISÃO ESPÍRITA DE TEMAS POLÊMICOS: Violência, Corrupção, Pena de Morte.

28 – O PLANO ESPIRITUAL: Como deve ser entendido.

OUTUBRO

05 – ALAN KARDEC: Extratos da Vida e Obra.

12 – Seminário

ANDRÉ LUIZ:  Extratos da Vida e Obra.

19 – FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER: Extratos da Vida e Obra.

26 – LUIZ DA ROCHA LIMA: Extratos da Vida e Obra.

NOVEMBRO

02 –  A FORÇA DO PERDÃO.

09 –  OBSESSÃO E DESOBSESSÃO.

16 –  O PROGRESSO DOS ESPÍRITOS.       

23 –  APOMETRIA E PSICOMETRIA.

30 – O ESPIRITISMO FRENTE A OUTRAS RELIGIÕES.

DEZEMBRO

07 – A DIVERSIDADE DAS MANIFESTAÇÕES MEDIÚNICAS.

14 – Seminário

MINHA VISÃO DO LAR DE FREI LUIZ. (Depoimentos)

2º Ano – Domingo

MAIO

01 – O COMPORTAMENTO SOCIAL DO MÉDIUM.

15 – A LEI DA AÇÃO E DA REAÇÃO.

29 – O LIVRE ARBÍTRIO.

JUNHO

05 – A RELAÇÃO ENTRE OS MÉDIUNS NA CASA ESPÍRITA.

19 – CUIDADOS A OBSERVAR NO TRANSE MEDIÚNICO.   

JULHO

03 – O PODER DO PENSAMENTO.

07 – POR QUE ADOECEMOS?

31 – RITUALISMO E ESPIRITISMO.

AGOSTO

07 – Seminário

ANIMISMO: Como deve ser entendido pela ótica espírita.

21 –  FLUIDIFICAÇÃO DA ÁGUA E DE OBJETOS.

SETEMBRO

04 – CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO REENCARNATÓRIO.

18 – PERISPÍRITO, DUPLO ETÉREO e AURA: O Conhecimento sobre suas funções.

OUTUBRO

02 – ABORTO E SUICÍDIO: Implicações espirituais de seus atos.

16 – TERAPIAS HOLÍSTICAS: Sua aplicabilidade na assistência ao enfermo.

30 – REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO.

NOVEMBRO

06 – O AMBIENTE EM QUE VIVEMOS E SUA INFLUÊNCIA ESPIRITUAL.

20 – MEDIUNIDADE EM CRIANÇAS.

DEZEMBRO

04 –  ECTOPLASMA: Considerações básicas a respeito.

11 – DESDOBRAMENTO ASTRAL: Conhecendo seu mecanismo e importância.

CICLO DE PALESTRAS 2016

 

Publico alvo:  Dirigentes, Médiuns e Colaboradores das Salas Assistenciais e demais interessados.

 

Horários:      Quarta-feira – 15:15  às 16:30 h

Domingo –  07:15 às 08:45 h

JANEIRO

20 (4a F)

LAR DE FREI LUIZ: Nascimento e Crescimento.

24 (Domingo)

LUIZ DA ROCHA LIMA: A visão e a gratidão de um ex-acolhido.

27 (4a F)

A RESPONSABILIDADE DE PRESIDIR O LAR DE FREI LUIZ: Depoimento.

FEVEREIRO

24 (4a F)

O SERMÃO DA MONTANHA

28 (Domingo)

AS LEIS MORAIS 

MARÇO

02 (4a F)

O DIÁLOGO COM OS ESPÍRITOS

06 (Domingo)

O MÉDIUM DE SUSTENTAÇÃO

09 (4a F)

INFLUÊNCIA ESPIRITUAL: tipos, causas, mecanismos.

13 (Domingo)

FANATISMO E  MISTICISMO NA PRÁTICA RELIGIOSA

16 (4a F)

REENCARNAÇÃO: Importância e Finalidade.

23 (4a F)

ANDRÉ LUIZ: Extratos da vida e obra

30 (4a F)

O MUNDO ESPIRITUAL: Fragmentos da sua realidade

ABRIL

03 (Domingo)

O PENTATEUCO: Análise do seu conteúdo.

06 (4a F)

LUIZ SÉRGIO: Extratos da vida e obra

13 (4a F)

OS CAMINHOS PERCORRIDOS APÓS O DESENCARNE

17 (Domingo)

O ESPIRITISMO PERANTE OUTRAS RELIGIÕES

20 (4a F)

MEDITAÇÃO: Importância da prática para a saúde física e mental.

27 (4a F)

PARAMAHANSA YOGANANDA: Extratos da vida e obra.

MAIO

01 (Domingo)

O ESPIRITISMO E A JUVENTUDE

04 (4a F)

A AUTO ESTIMA: Importância do cultivo

11 (4a F)

YVONNE DO AMARAL PEREIRA: Extratos da vida e obra.

15 (Domingo)

O MEDIUNISMO ATRAVÉS DOS TEMPOS

18 (4a F)

O ESPÍRITA DIANTE DOS PROBLEMAS SOCIAIS DA ATUALIDADE 

25 (4a F)

AS RELAÇÕES AFETIVAS SOB A ÓTICA ESPÍRITA.

29 (Domingo)

O LIVRE ARBÍTRIO: Entendendo seu significado

JUNHO

01 (4a F)

OS GUIAS ESPIRITUAIS

05 (Domingo)

PERISPÍRITO E DUPLO ETÉREO

08 (4a  F)

ECTOPLASMIA

15 (4a F)

REFORMA ÍNTIMA: Como fazer?

19 (Domingo)

A DOR DA PERDA: Como superar

22 (4a F)

A FORÇA DA PALAVRA E DO PENSAMENTO

29 (4a F)

QUEM SOU EU?

Esta lista destina-se a orientar aqueles que desejam complementar sua Educação Mediúnica no SOM por meio da leitura espírita. Não se trata de livros de aquisição obrigatória.

Geral

 

  • Aconteceu na Casa Espírita, Nora – Emanuel Cristiano
  • Missionários da Luz, André Luiz – Francisco Cândido Xavier
  • O Livro dos Médiuns, Allan Kardec

Mediunidade

 

  • A Mediunidade com Cristo, Luiz da Rocha Lima
  • Forças do Espírito, Luiz da Rocha Lima, Lauro Neiva
  • Segurança Mediúnica, Miramez – João Nunes Maia
  • Médiuns, Miramez – João Nunes Maia
  • Mediunismo, Ramatis – Hercílio Maes
  • A Imensidão dos Sentidos, Hammed – Francisco do Espírito Santo Neto

Passes

 

●     Passes e Curas Espirituais, Wanefledo de Toledo Fluidoterapia e Cura Espiritual

  • Um Fluido Vital Chamado Ectoplasma, Matthieu Tubino
  • A Cura pelos Fluidos, Celina Fioravanti
  • A Mediunidade com Cristo, Luiz da Rocha Lima
  • Medicina dos Espíritos, Luiz da Rocha Lima

Psicofonia e Desobsessão

 

  • Psicofonia na Obra de André Luiz, Jacobson Sant’Ana Trovão
  • Diálogo com as Sombras, Hermínio C. Miranda
  • A Luta Contra a Bruxaria, Luiz da Rocha Lima